segunda-feira, 31 de maio de 2010

CPI DA PONTE DO SÍTIO BARAÚNA.

Após ocupar lugar de destaque em vários e importantes veículos de comunicação de audiência local, regional e até mesmo nacional, e ser proposta pela segunda vez finalmente foi criada a tão esperada CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). A Câmara de vereadores finalmente anunciou a criação da CPI que deverá investigar as denuncias de improbidade administrativa contra o prefeito Luis Carlos de Oliveira e alguns de seus auxiliares, suspeitos de terem desviado verbas da reforma da tão famosa PONTE DO SÍTIO BARAÚNA, ao eleitor resta acreditar que esta CPI cumpra na íntegra com seu papel investigatório, e que ajude a justiça na punição dos responsáveis, como também na recuperação da auto-estima de nosso eleitorado, pois os vereadores são os únicos e principais responsáveis pela fiscalização do executivo, de maneira que neste momento a população de Garanhuns exige uma resposta rápida e eficiente daqueles que se propuseram ser representantes do povo.


Os senhores vereadores precisam provar a seus eleitores que estão isentos de toda essa farra feita as custas de nosso dinheiro e mostrar que ainda merecem um voto de confiança.

NOTA A IMPRENSA‏

O Partido dos Trabalhadores tem observado que ao longo dos últimos sei anos do governo de Luis Carlos de Oliveira, foram inúmeras as denuncias de corrupção envolvendo seu nome, digo, o prefeito e vários de seus auxiliares, até mesmo o nome de sua filha foi citado no caso da ponte que não foi reformada, mas que segundo um dos seus secretários confessou que o dinheiro foi para nas mãos da filha do prefeito, na construção das casas chegou a faltar dinheiro para o pagamento de trabalhador, mas sobrou no bolso de quem executava a obra, houve até intervenção, computadores da prefeitura foram confiscados pela Polícia Federal, indenizações milionárias para ex. funcionários como também à proprietários de terrenos nem nenhuma contestação da PROCURADORIA. Tudo isso pode ser apenas o inicio de um grande esquema de corrupção que foi instalado em nosso município no governo do prefeito Luis Carlos de Oliveira. Diante de tantas denúncias de improbidade administrativa contra o atual governo de nossa cidade o Partido dos Trabalhadores de Garanhuns vem a PÚBLICO MANIFESTAR O SEU REPÚDIO ao prefeito Luis Carlos de Oliveira e seus auxiliares pela total falta de preparo político-administrativo e a falta de respeito ao povo honesto e trabalhador de nossa cidade, ao mesmo tempo em vem votos de solidariedade aos garanhuense pelo difícil momento que vivenciam na política de Garanhuns, colocando se sempre a disposição da sociedade para qualquer que seja o debate em prol da honra e dignidade de nossa gente.

À CONTA GOTAS! CASAS OU XAROPE?

No inicio do primeiro mandato do então prefeito Luis Carlos de Oliveira, Garanhuns foi contemplado com 1.000 (mil) unidades do programa de moradias popular do presidente Lula do Partido dos Trabalhadores. Isso representaria um grande avanço e uma enorme conquista para aquelas pessoas que em situação de muito risco em nossa cidade e esse número é relativamente alto. Isso mesmo seria se a prefeitura e seus técnicos tivessem realizado um amplo trabalho de cadastramento dessas famílias visando fazer inclusão social, de fato este seria certamente o objetivo do presidente Lula ao liberar para Garanhuns o dinheiro das casas. Mas como é de conhecimento de todos, o prefeito Luis Carlos de Oliveira e sua equipe deu preferência a outra formas de distribuição, como sorteio e quem sabe lá outras, o fato é que ficou de fora as famílias que realmente precisavam de sua moradia a exemplo das famílias que há anos moram nas encostas dos famosos buracões de Garanhuns, tipo, Liberdade, Parque Fênix, como também os que vivem nas invasões. Mas como se sabe mesmo com a maneira estúpida de se fazer inclusão social as casas até o momento não foram totalmente entregues a que lhes é de direito, e depois de inúmeras denuncias de corrupção e improbidade administrativa, intervenção e outros atos que envergonham nossa gente. Por fim a secretária das cidades assume as obras digo, colocando o dinheiro que de lá foi tirado e o prefeito Luis Carlos de Oliveira começa uma operação tartaruga para entregar as tão sonhadas casas. Desta feita a CONTAS GOTAS, como se estivesse no balcão de sua farmácia fazendo o que mais sabe, dosando xarope. Será que ele, o prefeito acha que com essas pequenas gotas de xarope, digo, casas, o povo vai mesmo esquecer tantos indícios de corrupção que tem marcado os longos anos de sua gestão, que parece passar de laranja há suspeito de corrupção. Não se engane prefeito Luis Carlos o povo sabe que as casas é um direito de nossa gente, e que o dinheiro foi liberado pelo presidente Lula e portanto nada lhes deve como também anda muito bem informada sobre os atos de corrupção em seu governo.

terça-feira, 11 de maio de 2010

A FARRA É DELES, O DINHEIRO É NOSSO - por Pedro Passos

A nossa Garanhuns é bastante conhecida pelo valioso calendário festivo, como: Festival de Inverno; Festival de Música e Arte; Festival do Jazz, e tantas outras atividades festivas como: Garanheta e Oktoberfest, que já perdemos. Mas, no final do ano passado nossa gente foi surpreendida com a farra do dinheiro público, primeiro foi à história da ponte que apesar de ter sido paga, a obra não saiu do papel. Agora, esta semana ficamos sabendo que por muito pouco a PREFEITURA não realizou mais uma farrinha com nosso dinheiro, desta vez ela foi surpreendida pelo MINISTÉRIO PÚBLICO quando tentava fazer mais uma farra indenizando dois ex-funcionários com uma pequena quantia de quase meio milhão de reais, isso mesmo (R$ 500.000,00). Graças a uma denuncia o MINISTÉRIO PÚBLICO chegou a tempo de evitar mais esse ato administrativo. Tudo isso parece ser um ato normal de uma administração pública, se esses valores não estivessem sido superfaturados em quase 100%.


Isso é só uma pequena mostra do que eles são capazes de fazer com o dinheiro público, digo, com nosso dinheiro. É hora de darmos um basta nessa falta de respeito e caráter para com nossa gente, é hora de cassar políticos corruptos e saber o que fazem nossos vereadores que deveriam fiscalizar os atos do poder executivo, parece que mais uma vez elegemos secretários de luxo e não legisladores. Não deveriam eles, os vereadores estarem propondo melhorias para a população, apresentando projetos e fiscalizando mais.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Revista Time aponta Lula como o mais influente do mundo

A revista norte-americana Time colocou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no topo de sua lista das pessoas mais influentes do mundo, divulgada hoje no site da publicação. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aparece em quarto no levantamento, realizado anualmente.


Em texto assinado pelo documentarista norte-americano Michael Moore, a Time qualifica Lula como "um filho legítimo da classe trabalhadora da América Latina" e lembra alguns aspectos de sua trajetória. A reportagem da revista nota que Lula decidiu entrar na política após perder a esposa no oitavo mês de gravidez, junto com o bebê, por não ter como bancar "um serviço médico decente". "Há uma lição aqui para os bilionários do mundo: deixem as pessoas terem um bom sistema de saúde, e elas darão muito menos trabalho para vocês", defendeu a Time.

"O que Lula quer para o Brasil é o que nós costumávamos chamar de Sonho Americano", afirmou Moore.

O ranking da Time é dividido em alguns tópicos e Lula lidera na categoria Líderes (além de ser o primeiro da lista geral). Outros políticos citados entre os líderes são Obama, em 4º, o primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, em 7º, e a presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, em 8º lugar.

Entre os "Heróis", o topo ficou para o ex-presidente dos EUA Bill Clinton, elogiado por seu papel como enviado da ONU no Haiti desde 2009.

Entre os artistas, o topo ficou com as mulheres: a escolhida foi a cantora pop Lady Gaga. Em terceiro lugar ficou Kathryn Bigelow, ganhadora do Oscar de melhor filme e melhor direção, pelo filme Guerra ao Terror. Em seguida, aparece a apresentadora Oprah Winfrey. Entre os pensadores, o topo da lista ficou para a arquiteta iraquiana Zaha Hadid.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Comparação entre Lula e FHC é inevitável - por Dep. Federal Fernando Ferro


De maneira pretensiosa, a oposição decidiu que vai fugir às comparações entre os governos Lula e Fernando Henrique Cardoso, como se as eleições deste ano fossem realizadas em outro planeta. O debate é inevitável, com ou sem a participação da oposição e de seus porta-vozes na mídia.


Os demo-tucanos querem, na prática, esconder que fizeram parte do fracassado governo FHC (1995-2002), que quebrou o país três vezes, levou ao apagão de 2001 e rastejou perante o FMI.


Em 2002, no plano federal, o povo queria mudanças e eles prometiam continuidade; agora, a grande maioria da população quer manter o ritmo mudancista, com crescimento econômico, geração de empregos e inclusão social, e eles querem retroceder.


A tática é tentar desconstruir os êxitos alcançados a partir de 2003.


Certamente o PT e seus aliados não terão dificuldades para remover as densas camadas de mistificação montadas para embelezar o retumbante malogro dos governos de FHC.

Já em 2006, independentemente da histeria da maior parte da mídia, o povo separou o joio do trigo.


Insiste-se que o governo Lula seria simples continuação do de FHC, mas a maioria da população sabe que não é. Exemplo: em oito anos, FHC criou 780 mil empregos, registrados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) para celetistas, enquanto em sete anos e meio o governo Lula gerou 12 milhões.


Esse dado é estarrecedor e tanto mais grave quando se considera que há quem pense que não é necessariamente um símbolo do fracasso de FHC, porque entre suas prioridades não estava a geração de empregos.


Com Lula, o salário mínimo teve aumento real de 53%, desmentindo a cantilena neoliberal de que esse aumento quebraria a previdência e os pequenos municípios.

 
A dívida externa foi eliminada, e a interna, reduzida em mais de 20 pontos percentuais. A dívida com o FMI foi quitada e o país se tornou credor da instituição, além de construir uma reserva cambial de US$ 240 bilhões.


O Brasil de Lula, com políticas heterodoxas, firmeza e em defesa do interesse nacional, conseguiu superar os graves reflexos da crise mundial iniciada em 2008, a qual teria levado o país à UTI se ocorrida no ortodoxo governo de Fernando Henrique.


Este, diante das crises periféricas que enfrentava, recorria ao FMI para pedir um empréstimo, aumentava impostos e as taxas de juros e arrochava os salários. Em 2008, Lula apostou no consumo e, em vez de aumentar os impostos, aplicou uma desoneração gigantesca. Foi dessa maneira que o Brasil superou a crise.

 
O povo percebe em seu dia a dia as alterações que vão se processando e que se expressam nas taxas mais baixas de inflação da história, no sucesso dos programas sociais e na maior oferta de oportunidades em muitos aspectos da vida.

 
Com políticas públicas e desatrelados do elitismo, fortalecemos a economia interna, com a inclusão de 30 milhões de pessoas à classe média.


A vitória frente a FHC não se deu apenas nos números da economia, nos indicadores sociais e na política externa. O avanço na consolidação dos espaços da democracia é igualmente importante: o conjunto de conferências realizadas (saúde, idosos, comunicação etc.) revela a participação popular na construção de políticas públicas.


Até o PAC foi também elaborado a partir de contribuições de lideranças populares e empresariais, inovando na forma de governar e consolidando instrumentos de democracia direta.

 
A oposição busca desqualificar e negar a realidade, guiando-se, sem respeitabilidade democrática, pela memória de Carlos Lacerda. Qual é o presente de uma oposição que hoje usa discurso moralista hipócrita, fingindo ignorar inúmeros comprometimentos com diferentes e repetidos casos de corrupção, onde a crise de Brasília é apenas a mais visível?

 
Não há como José Serra escapar de ser o anti-Lula: a eleição será plebiscitária e marcada pela confrontação entre os dois polos. As comparações podem ir além de Lula e FHC, envolvendo também os governos estaduais e municipais e temas como ética, gestão, soberania nacional etc.


A comparação é tão importante e necessária que o candidato tucano usa discurso defensivo e matreiro do pós-Lula. Quer pegar carona na popularidade de Lula, a quem não consegue atacar, e revela que não houve nem haverá pós-FHC.


Essa é a síntese de um confronto de projeto que nos é amplamente favorável. A história nos diz que não há futuro sem presente e passado. Mas os tucanos tentam desesperadamente esconder o seu.

 
Fernando Ferro é engenheiro eletricista, é deputado federal pelo PT-PE, líder do partido na Câmara dos Deputados e vice-presidente da Comissão de Energia e Minas do Parlamento Latino-Americano (Parlatino).


Texto publicado na coluna Tendências/Debates do jornal Folha de S. Paulo, edição de 20/04/2010.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

NOSSA CIDADE - por Pedro Passos


Nos últimos anos a terra mais acolhedora do agreste de Pernambuco nossa querida Garanhuns, terra de Simôa Gomes, mais conhecida como “Cidade das Flores” e “Suissa Pernambucana” tem sofrido muito com o efeito da má administração de seus filhos adotivos, aqueles que seus munícipes receberam de braços abertos e que em pouco tempo acreditam em suas boas intenções e a eles creditaram o direito de administrar nossa terra e nosso patrimônio, mas aos poucos tem percebido que os mesmo não têm merecido tanta confiança, basta olharmos nossas ruas cheias de buracos e com esgotos a céu aberto, importantes nascentes que antes eram de águas cristalinas e hoje estão contaminadas quando não aterradas com resíduos de construções e lixo comum, a população mais carente sem uma boa assistência a saúde e educação, nossos jovens tão citados como o futuro sem perspectivas de vida melhor, sendo transportados para a escola como se fossem animais em caminhões em vez de ônibus, que ironia nosso futuro é tratado com tanto desprezo, os excluídos continuam sendo ainda mais excluídos, os que moram nas encostas, tipo Liberdade e outros lugares continuam lá há espera que Deus os ajude, pois o poder público os deu as costas.

Que tristeza, a Garanhuns vocacionada para o turismo e educação, hoje não passa da cidade do já teve até mesmo bons políticos como o saudoso Luis Souto Dourado e outros. Agora não agüenta mais nem uma semana de chuvas, pois seus calçamentos feitos sem um saneamento e capacidade de suportar toda a carga que lhe é devida, parece mesmo que é feito para se dissolver a cada chuva de outono que antecede nosso bom e tão esperado inverno chuvoso. Pois esses calçamentos parecem competir com o velho e bom sonrisal ambos feitos para serem dissolvidos em água. Tudo isso graças a má administração dos filhos que Garanhuns não gerou, mas que os acolheu como seus. Espero que em breve tenhamos alguém com coragem e muita vontade política para cuidar de nossa terra e de nossa gente, capaz de discutir seus problemas e apontar soluções para cada seguimento, amando e respeitando Garanhuns e seus filhos adotivos ou não. Sei que tal atitude independe da origem de quem propõe e seu empenho para com Garanhuns.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Comissão aprova Sistema de Cultura com previsão de mais recursos

A comissão especial que analisa a proposta de criação do Sistema Nacional de Cultura (PEC 416/05) aprovou nesta quarta-feira o substitutivo do deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) ao texto. A principal modificação foi a inclusão de dispositivo que prevê a ampliação progressiva dos recursos para a cultura nos orçamentos públicos. De autoria do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a PEC segue para votação em dois turnos no plenário.

De acordo com o relator, o texto está em harmonia com um conjunto de propostas que já foram aprovadas ou estão em tramitação no Congresso, como o PL 6835/06 ( Plano Nacional de Cultura), o PL 5798/09 ( Vale-Cultura), e a PEC 150/03, que vincula recursos orçamentários à cultura. Esta última está pronta para ser votada em plenário e obriga a União a destinar 2% de seu orçamento ao setor; os estados, pelo menos 1,5%; e os municípios, no mínimo 1%.

Segundo Santiago, os recursos públicos devem se somar às verbas provenientes do incentivo fiscal da Lei Rouanet, que também está sendo revista. “Isso permitirá mudar essa situação em que se fala que a cultura é importante, porém ela não avança, não se interioriza, não chega às áreas mais distantes do País por falta de recursos”, disse.

Integração.

Pelo texto, o Sistema Nacional de Cultura terá as responsabilidades divididas entre União, estados e municípios, funcionando de forma semelhante ao Sistema Único de Saúde (SUS). Além da universalização do acesso aos bens e serviços culturais, a PEC prevê o fomento à produção e o incentivo à diversidade das expressões culturais.

Para o deputado José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG), a integração poderá corrigir uma situação que, em sua opinião, é inadmissível: o fato de menos de 5% dos municípios brasileiros terem órgãos responsáveis pela política cultural. “Como apontou o relator, além da fragilidade orçamentária, temos a fragilidade institucional, que será resolvida com esse sistema”, afirmou.

Caso a proposta seja aprovada em plenário, o sistema deverá ser regulamentado por lei, disse o relator. Santiago explicou que o substitutivo pretende incluir um conjunto de diretrizes na Constituição, mas que a regulamentação permitirá um detalhamento dos direitos.

Presidente da comissão especial, o deputado Maurício Rands (PT-PE) destacou a ampla participação da sociedade na elaboração do Sistema Nacional de Cultura e do Plano Nacional de Cultura. Segundo ele, foram realizadas mais de três mil reuniões com representantes de diversas entidades em todo o País.

Íntegra da proposta
PEC-416/2005

Brasil bate recorde na criação de empregos formais no 1º trimestre, aponta Caged

O número de vagas criadas no mercado de trabalho bateu recorde no primeiro trimestre de 2010. Segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) o saldo acumulado até março somou 657.259 novos empregos.

O saldo positivo no trimestre é resultado de três recordes seguidos nos primeiros meses do ano. As 266.415 vagas criadas em março ultrapassaram as 204 mil de 2008 e ficaram na melhor colocação para o mês desde o início da série em 1992.

O resultado de fevereiro foi bem superior ao do ano passado (9.179). A marca dos 209.425 superou os 204.963 criados em 2008 e ficou na melhor posição registrada pela pesquisa no mês. Em janeiro, as 181.419 novas vagas também contribuíram para a maior marca da série.

A expectativa do governo é de que o desempenho da economia continue a gerar saldos positivos na criação de empregos. A expectativa é fechar 2010 com o maior número de vagas criados em um ano. A meta é chegar a dois milhões de novas vagas.
 
FONTE: http://www.pt.org.b/

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Dilma cresce e empata com Serra também no segundo turno, aponta Sensus

Pesquisa do Instituto Sensus divulgada nesta terça-feira (13) indica empate técnico entre os pré-candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) na sucessão presidencial de outubro. A sondagem, encomendada e divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo (Sintrapav), mostra Serra com 32,7 % das intenções de voto e Dilma, com 32,4 %. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 %.

O deputado Ciro Gomes (PSB) aparece com 10,1 % e a senadora Marina Silva (PV), com 8,1 %. No cenário sem Ciro Gomes, Serra fica com 36,8 %, Dilma com 34,0 % e Marina, com 10,6 %. Foram entrevistadas 2 mil pessoas entre 5 e 9 de abril em 136 municípios de 24 Estados.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Serra também mostra um empate técnico. O candidato tucano tem 41,7% dos votos válidos, enquanto a candidata petista atrai 39,7% dos eleitores consultados, dentro da margem de erro. Os votos brancos e nulos chegam a 10,1% e 8,5% das pessoas ouvidas não responderam.


Dilma lidera pesquisa espontânea

O Sensus também realizou a pesquisa espontânea, na qual não são apresentados os nomes dos candidatos ao entrevistado. Dilma, então, aparece em primeiro lugar, com 16%. O presidente Lula, que não será candidato nas próximas eleições, tem 15,3%. Serra aparece em terceiro com 13,6%. Marina tem 2,5% e Ciro, 1,6%.

O levantamento analisou ainda a rejeição dos candidatos e a capacidade de transferência de votos de Lula e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Marina Silva é a que tem maior taxa de rejeição: 30,7% dos entrevistados disseram que não votariam de jeito nenhum dela. A taxa de rejeição de Serra é de 28,1%, a de Ciro, de 27,9% e a de Dilma, de 26,3%.

Já Lula é o que tem maior capacidade de transferir votos: 24,7% dos eleitores afirmaram que o candidato do Lula é o único no qual votaria, enquanto 36,9% dizem que poderiam votar nele. Já para Fernando Henrique, esses percentuais são, respectivamente, de 5,1% e 23,3%. Outros 19,3% disseram que não votariam no candidato de Lula, enquanto 49,9% não votariam no candidato de FHC.


Cresce avaliação positiva do governo

Ainda segundo o levantamento realizado pelo Instituto Sensus, a avaliação positiva do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de 72,8%. O governo Lula é ótimo para 27,2% e bom para 45,6% dos eleitores. Outros 20,2% consideram o governo regular, enquanto 2,6% o avaliam como ruim e 3,3% como péssimo. Não souberam ou não quiseram responder 1,2% dos eleitores. Na última pesquisa Sensus que avaliou o governo Lula, ele aparecia com aprovação de 71,4%.


Oposição sem projeto

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, disse que não é hora de subir no salto alto e que só comemora o resultado de eleição. “Eu não comemoro pesquisa. Eu acho que eles vão ficar empatados até o começo da campanha, no meio do ano”, afirmou.

Para Dutra, as críticas da oposição sobre o desempenho da ministra na pré-campanha se revelaram factóides. Na semana passada, durante viagem de Dilma a Minas Gerais , lideranças do PSDB, DEM e PPS disseram que ela “escorregou” ao sugerir uma parceria com o governador do Estado, Antonio Anastasia. “Só mostra como eles criam factóides. Eles estão sem discurso, sem projeto”, reagiu.

Para o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), a ministra Dilma vem crescendo de forma consistente nas pesquisas porque, dos candidatos colocados, "é a única que pode consolidar e aprofundar as conquistas sociais, políticas e econômicas do governo Lula".

O líder da bancada do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro (PE), avaliou que o resultado da pesquisa confirma o crescente conhecimento pela população de quem é a ex-ministra Dilma Rousseff. "A nossa expectativa é do crescente reconhecimento de que ela é a continuidade do governo do presidente Lula. É a figura que, de fato, tem condições de dar prosseguimento à obra de desenvolvimento, crescimento, geração de renda e progresso para o nosso país", disse.

Com agências

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dilma no ABC: "Acabou o tempo dos exterminadores do emprego e do futuro"

A pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, deixou claros seus princípios neste sábado (10) durante o Encontro em Defesa do Trabalho Decente no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.
A ministra disse aos trabalhadores que não trairá a nação, não fugirá das dificuldades, não esmorecerá diante dos problemas, não apelará para baixarias durante o embate político, não entregará o patrimônio e a riqueza da nação e sempre respeitará os movimentos sociais e sindicais.
A ministra fez questão de frisar cada um desses pontos e disse que acabou o tempo dos exterminadores do futuro e daquele país triste e deprimido dos tempos de FHC.
“Aquele país triste, deprimido e do desemprego ficou pra trás com Lula. Esse país pode mais e nós criamos as condições pra que ele pudesse mais, o Brasil não quer mais a estagnação. Acabou o tempo dos exterminadores do emprego e dos exterminadores do futuro”, discursou.
Confira abaixo íntegra da parte principal do discurso de Dilma:
Companheiros e Companheiras do ABC.
Estou aqui hoje e quero aproveitar este momento para me identificar com maior clareza. Os da oposição precisam dizer quem são. Vocês sabem quem eu sou, e vão saber ainda mais. O que eu fiz, o que planejo fazer e, uma coisa muito importante, o que eu não faço de jeito nenhum. Por isso gostaria de dizer que:
1 Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta. Posso apanhar, sofrer, ser maltratada, mas estou sempre firme com minhas convicções. Em cada época da minha vida, fiz o que fiz por acreditar no que fazia. Só segui o que a minha alma e o meu coração mandavam. Nunca me submeti. Nunca abandonei o barco.
2 Eu não sou de esmorecer. Vocês não me verão entregando os pontos, desistindo, jogando a toalha. Vou lutar até o fim por aquilo em que acredito. Estarei velhinha, ao lado dos meus netos, mas lutando sempre pelos meus princípios. Por um País desenvolvido com oportunidades para todos, com renda e mobilidade social, soberano e democrático;
3 Eu não apelo. Vocês não verão Dilma Rousseff usando métodos desonestos e eticamente condenáveis para ganhar ou vencer. Não me verão usando mercenários para caluniar e difamar adversários. Não me verão fazendo ou permitindo que meus seguidores cometam ataques pessoais a ninguém. Minhas críticas serão duras, mas serão políticas e civilizadas. Mesmo que eu seja alvo de ataques difamantes.
4 Eu não traio o povo brasileiro. Tudo o que eu fiz em política sempre foi em defesa do povo brasileiro. Eu nunca traí os interesses e os direitos do povo. E nunca trairei. Vocês não me verão por aí pedindo que esqueçam o que afirmei ou escrevi. O povo brasleiro é a minha bússola. A eles dedico meu maior esforço. É por eles que qualquer sacrifício vale a pena.
5 Eu não entrego o meu país. Tenham certeza de que nunca, jamais me verão tomando decisões ou assumindo posições que signifiquem a entrega das riquezas nacionais a quem quer que seja. Não vou destruir o estado, diminuindo seu papel a ponto de tornar-se omisso e inexistente. Não permitirei, se tiver forças para isto, que o patrimônio nacional, representado por suas riquezas naturais e suas empresas públicas, seja dilapidado e partido em pedaços . O estado deve estar a serviço do interesse nacional e da emancipação do povo brasileiro.
6 Eu respeito os movimenos sociais. Esteja onde estiver, respeitarei sempre os movimentos sociais, o movimento sindical, as organizações independentes do povo. Farei isso porque entendo que os movimentos sociais são a base de uma sociedade verdadeiramente democrática. Defendo com unhas e dentes a democracia representativa e vejo nela uma das mais importantes conquistas da humanidade. Tendo passado tudo o que passei justamente pela falta de liberdade e por estar lutando pela liberdade, valorizo e defenderei a democracia. Defendo também que democracia é voto, é opinião. Mas democracia é também conquista de direitos e oportunidades. É participação, é distribuição de renda, é divisão de poder. A democracia que desrespeita os movimentos sociais fica comprometida e precisa mudar para não definhar. O que estamos fazendo no governo Lula e continuaremos fazendo é garantir que todos sejam ouvidos.
Democrata que se preza não agride os movimentos sociais. Não trata grevistas como caso de polícia. Não bate em manifestantes que estejam lutando pacificamente pelos seus interesses legítimos.
Companheiras e companheiros,
Aquele país triste, da estagnação e do desemprego, ficou pra trás. O povo brasileiro não quer esse passado de volta.
Acabou o tempo dos exterminadores de emprego, dos exterminadores de futuro. O tempo agora é dos criadores de emprego, dos criadores de futuro.

Porque, hoje, o Brasil é um país que sabe o quer, sabe aonde quer chegar e conhece o caminho. É o caminho que Lula nos mostrou e por ele vamos prosseguir. Avançando.
Com a força do povo e a graça de Deus.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Dilma defende Estado forte para planejar e criar condições para o desenvolvimento

A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, ressaltou a importância de ter um Estado forte, que planeje o país e crie condições para o desenvolvimento. A afirmação foi feita durante palestra nesta quarta-feira (7) para empresários mineiros da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).
“Qual é o papel do Estado? Sem ser concorrente do setor privado, ele tem o papel de planejar. O Estado não pode olhar o depois de amanhã, ele tem que olhar o longo prazo. Em que área tem que fazer isso, em energia, por exemplo, senão vai repetir o que vai aconteceu de 2001 e 2002 com o racionamento de energia”, disse.

Segundo ela, o Estado teve um papel fundamental durante a crise financeira internacional garantindo o crédito para as empresas. Dilma lembrou ainda que muitos achavam que o governo Lula vivia de “sorte” por não ter enfrentando crises internacionais.
“Havia alguns que diziam que nosso governo era fruto da sorte. Mas, aí quando veio a crise internacional mostramos que não. Passamos com louvor no quesito vencer a crise, fazendo parte da solução como governo e garantindo liquidez para os empresários. Não deixamos que o choque externo se tornasse um tsunami aqui no Brasil. E o presidente Lula, apesar de criticado por dizer que a crise seria uma marolinha no país, não deixou que o tsunami chegasse aqui”, discursou.
“Nós não podemos conceber um sistema capitalista que não tenha crédito. Hoje achamos natural, mas partimos de um patamar que um crédito total no Brasil não chegava a R$ 400 bilhões e hoje fechamos com um total de R$ 1,4 trilhão”, acrescentou.
Reforma tributária
A ex-ministra da Casa Civil disse ainda que o Brasil precisa enfrentar o problema tributário. “Fizemos política muito forte de desoneração, tão forte que tivemos que compensar estados e municípios, e essa política mostrou que deu certo, que aumenta as vendas e o consumo. Tem conflito federativo para fazer reforma? Tem, porque parte expressiva dos tributos são estaduais. Não conseguimos fazer a reforma que queríamos, simplificar a tributação e não conseguimos por causa do conflito e temos guerra fiscal completamente maluca”, disse.

Assista o programa da campanha nacional de filiação do Partido dos Trabalhadores